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Archipo.Wilson. Tecnologia do Blogger.

terça-feira, maio 03, 2016

Projeto de Fomento e valorização da Cultura Literária Coariense





Acreditando que a literatura é de fato uma manifestação artística indispensável para a formação cultural e social de um povo, a Prefeitura de Coari, através da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo – SECULT está dedicando uma atenção especial ao Projeto de Fomento à Cultura Literária Coariense, criado com o objetivo de incentivar à criação, à produção e a difusão literária coariense.

O projeto funciona como uma espécie de estímulo à cultura ou promoção ao desenvolvimento cultural através do qual a SECULT incentiva à produção, o financiamento e a publicação de obras de autores coarienses, e ainda ajuda a difundir distribuindo gratuitamente nas escolas da rede municipal e estadual de ensino do município. E, por meio do Projeto Sexta Cultural, que reúne todos os segmentos da cultura local em eventos realizados em praças e ginásios da cidade, os autores têm a oportunidade de ter um contato direto com seus leitores e vice-versa. 

Nos últimos 11 meses, o projeto já financiou a publicação de três livros, Saga Ribeirinha, Uma Literatura Coariense e A História e a Cultura Coariense nas Rimas do Cordel. “Saga Ribeirinha” é um livro de poemas de autoria do jovem poeta coariense, Alex Alves. Obra na qual o poeta expressa a solidão que o caboclo sente, os passamentos dos ribeirinhos, o sofrimento do povo nas mãos dos maus políticos e ainda ensina como fazer uma farinhada. Já, a obra “Uma Literatura Coariense” foi organizada numa parceria de Archipo Góes e Daniel Almeida, respectivamente secretário e assessor de comunicação da Secult. Com 100 páginas, o livro reúne 49 obras, em prosa e em versos, de autores coarienses que na sua maioria viviam no anonimato, mas também destaca o trabalho literário de três ícones da literatura coariense que pertenceram a escola literária Clube da Madrugada, Francisco Vasconcelos, José Coelho Maciel e Erasmo Linhares. 3 mil exemplares das obras foram distribuídos nas escolas do município.

Para o titular da pasta de Cultura e Turismo, Archipo Góes, que também é pesquisador, escritor e poeta, “com esse trabalho o atual Governo Municipal, através da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo, está estimulando a fruição e a leitura literária, contribuindo, assim, para que a literatura que se utiliza da língua como um instrumento de comunicação e interação social, seja, pois, uma manifestação artística indispensável para a difusão da cultura e para a democratização do conhecimento”, garante o secretário.
 
Daniel Almeida.

Professor do IFAM lança livro sobre resistências, rebeldias e fugas escravas no Amazonas provincial



O professor do Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Amazonas (IFAM), Ygor Olinto Rocha Cavalcante (28), em parceria com Secretaria Municipal de Cultura e Turismo de Coari (Secult), lançou na última sexta-feira (08) o livro “Uma Viva e Permanente Ameaça: resistências, rebeldias e fugas escravas no Amazonas provincial”. A obra, que segundo o autor, nasceu de uma dissertação de mestrado, coloca em evidência novas e relevantes informações sobre a escravidão africana no Amazonas.


Com 250 páginas e dividido em três capítulos, o livro “Uma Viva e Permanente Ameaça: resistências, rebeldias e fugas escravas no Amazonas provincial” descreve pormenores sobre a escravidão negra no Amazonas entre os séculos XVII-XXIX a partir de um longo trabalho de pesquisa em acervos e bibliografias no Amazonas, no Pará e no Maranhão. E, tomando como protagonistas as culturas africanas, as comunidades negras e os quilombolas o autor revela um universo pouco explorado da historiografia brasileira ao tornar pública histórias de personagens que ficaram invisíveis por mais de um século, ajudando assim, a aprimorar o entendimento da sociedade amazonense durante o período escravocrata.


Ao relatar que “A sociedade amazonense de meados do século XIX estava assentada na liberdade precária da maioria de seus habitantes e, ao mesmo tempo, profundamente comprometida com a escravidão negra”, o autor põe em “cheque” o trabalho de outros historiadores que afirmam que a presença negra no Amazonas é pequena e que a escravidão africana por aqui foi insignificante. O livro apresenta uma sociedade marcada por hierarquias e explorações do trabalho indígenas, negros, mulatos, pardos, carafusos, caboclos, tapuias, e caborés, com fatos reais das lutas e das tentativas de fugas daqueles que tentavam fugir do cativeiro, mas que eram perseguidos até mesmo pelas autoridades policiais e governamentais. 


O livro revela dados históricos, que comprovam, que mesmo depois da abolição da escravidão no Brasil, os “senhores” continuaram a explorar o trabalho escravo até de forma mais violenta, quando crianças eram retiradas de seus pais, culpados de serem pobres e negros ou indígenas, para serem entregues a quem pudesse, a pretexto de educar-lhes.

Para Elaine P. Rocha, professora da University of the West Indies, Cave Hill, Barbados, “a obra veem preencher uma lacuna” por trazer uma visão nova, rica e inclusiva da sociedade amazonense do século XIX. “O que o Ygor mostra aqui (no livro) não apenas merece ser inserido na grande historiografia brasileira e internacional por apontar pontos convergentes entre a história da escravidão nas áreas de monocultura brasileira e nas regiões de Planations nos Estados Unidos, como também merece ser louvado pelo fato de mostrar o diferencial entre essas regiões e o Amazonas”, avalia Elaine Rocha.


Sobre o autor

Foto: Bernardo Reis



Ygor Olinto Rocha Cavalcante é historiador e professor do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Amazonas (IFAM) – Campus Coari. Leciona Sociologia, Filosofia, História e Ética, sob a influência de Karl Marx e Sigmund Freud. Mestre em História Social da Amazônia (2013) pela Universidade Federal do Amazonas (UFAM); atua nos grupos Sociedade Amazônica (IFAM) e Migrações e Africanidades Latino Americanas na Amazônia (UFAM), dedicando-se aos temas da História Social do Trabalho e da Escravidão na Amazônia. Em 2010, recebeu prêmio no Concurso Nacional de Monografias e Dissertações sobre a Cultura Afro-brasileira pela Fundação Palmares e Ministério da Educação e da Cultura.  

Daniel Almeida.

quarta-feira, abril 27, 2016

Comunicado

A Secretaria Municipal de Cultura, comunica as pessoas que se inscreveram para o CURSO DE DESENHO E PINTURA, que a aula inaugural do referido curso acontecerá na próxima sexta-feira, às 18 horas, na sede da Secretaria de Cultura.

A coordenação.

sábado, abril 16, 2016

Na Estrada da Pedra Pintada

No crepúsculo o esperado encontro
Aconteceu assim inesperadamente
Estavas muito elegante e faceira
De repente, como sempre de repente
O tempo já não era mais generoso com
A minha flor de tucumã, visivelmente.

Te vi de passagem, num relance
Mais velha, diferente, sofisticada, 
Mas perdida dentro de um abismo 
Pelas suas próprias mãos cavada
como já previa há muitos anos
a saudosa canção lhe dedicada

Passei todo o final de semana
Sempre na espera desse momento
Foi nosso primeiro reencontro
E fiquei num doloroso cerceamento
Há seis anos aconteceu a despedida
Na manhã do final do nosso casamento

Apesar de ser minha primeira visão
Passei a viagem num alumbramento
Com esse fantasma do meu passado
Assombrando o meu pensamento
Cada minuto era uma busca eterna
do porquê daquele alvoraçoamento

Os sinais sempre foram fortes
E voltava a questão insistentemente
Pra que trazer de volta, se Deus
Já havia afastado definitivamente?
Aquela obsessão na minha vida 
Foi há anos enterrada sabiamente.

A minha fuga era a eterna ilusão
De uma bela ninfeta ruiva indecisa
Entre os devaneios da bela mocidade
E a vida promíscua que bem capitaliza
a sobrevivência numa cidade libertina
Negociando seu corpo por divisa.

Era fim de tarde em Itacoatiara
Eu andava pelas ruas sem destino
Meus olhos te procuravam na noite
Mas o coração fugia daquele desatino
Não queria de volta o que vivemos
Fugia de tudo aquilo que abomino.

Ela teve um grande salto na natureza
Trocou a essência pela comodidade
Mas tudo aquilo me deu certeza
De sua improvável estabilidade
ou como sempre valorizando a beleza
Com sua escolha de artificidade.

Depois de 72 horas de dúvidas
Surgiu outro encontro na partida
Em um abraço, ela evidencia
Toda sua insegurança de vida
Na troca de olhares senti o peso
Do passado deixando-a constrangida

Foi bom encontrá-la em sua bastilha
e ver que todo aquele sentimento
não passava de uma armadilha
a paixão do passado é retrocedimento 
Só vencemos se perde o significado
deixando-se de ser um sofrimento.

É sempre preciso ter coragem
Para sepultar uma paixão
Fugir é deixar para sempre
Um sentimento no coração 
Ao reencontrá-la casualmente
Acabei com essa obsessão.

Archipo Góes
Itacoatiara - Janeiro de 2016


quinta-feira, outubro 15, 2015

Secretaria de Cultura abre inscrições para curso de iniciação musical em Coari

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A Prefeitura de Coari, por meio da Secretaria de Cultura e Turismo (Secult), abre nesta sexta-feira, 16, inscrições para o Curso de Iniciação Musical, que será realizado a partir do dia 26 de outubro de 2015, no auditório Silvério Nery, ás segundas, quartas e sextas-feira, das 17h30min às 19h30min.

Para participar, não é preciso ter conhecimento prévio de música, nem possuir instrumento. As vagas serão ilimitadas para os cursos de teoria musical e prática instrumental, com os seguinte instrumentos: flauta doce, violão, trombone de vara, trompete, sax alto e sax tenor, bombardino, tuba, clarinete e percussão geral. O curso será ministrado pelo maestro e trombonista, Gilberto Souza – OMB/AM 3529/2004.

Para se inscrever, é preciso ter a partir de 08 anos de idade e comparecer ao prédio da Secretaria de Cultura e Turismo até o dia 23 de outubro, de segunda a sexta-feira, das 08h às 17h, para efetuar a matrícula. A Secult fica localizada na Rua 15 de Novembro, n° 325, Centro – térreo da casa dos padres.

Desenho de curso musical

Evento: Curso de Iniciação Musical.

Período de inscrição: de 16 a 23 de outubro de 2015.

Público alvo: qualquer cidadão coariense a partir de 08 anos de idade.

Local: auditório Silvério José Nery.

Duração: 90 dias (72 horas).

Horário: das 17h30min às 19h30min.

sexta-feira, setembro 25, 2015

Prefeitura dá posse aos membros do Conselho de Política Cultural de Coari

Com a posse dos conselheiros a prefeitura dá mais um passo para a implementação do Sistema Municipal de Cultura de Coari.

Com a posse dos conselheiros a prefeitura dá mais um passo para a implementação do Sistema Municipal de Cultura de Coari.

Os 28 membros do Conselho Municipal de Política Cultural de Coari tomaram posse na última quarta-feira (23), em solenidade realizada no Auditório Municipal Silvério José Nery, com a presença do secretário municipal de Educação, Alzaias Alves Martins, que representou o prefeito de Coari, Raimundo Magalhães. Os conselheiros terão mandato de dois anos, biênio 2016-2017, com direito a uma única reeleição. Representantes de diversos segmentos culturais como artesanato, artes visuais, música, literatura, danças, teatro e movimentos culturais compõem metade das cadeiras do conselho.

Primeiro Conselho de Política Cultural instituído na Rainha do Solimões, o órgão foi estabelecido pela Lei Municipal nº 616, de 31 de dezembro de 2013, como parte integrante do Sistema Municipal de Cultura (SMC), que habilita o município a estar integrado ao Sistema Nacional de Cultura (SNC). Com a instalação do Conselho Municipal de Política Cultural (CMPC) a Prefeitura de Coari dá o penúltimo passo para implantação do Sistema Municipal de Política Cultural do município, que será composto pelos seguintes componentes: Secretaria Municipal de Cultura, Conferências Municipal de Cultura, Plano Municipal de Cultura, Conselho Municipal de Política Cultural e Sistema Municipal de Financiamento à Cultura (com o Fundo Municipal de Cultura).

O CMPC é um órgão colegiado, com composição paritária entre poder público e sociedade civil e tem caráter consultivo e deliberativo. Suas principais funções são a articulação e pactuação entre poder público e sociedade civil, buscando o melhor desenvolvimento de políticas públicas para a cultura do município. O conselho pode, por exemplo, opinar e solicitar esclarecimentos sobre as ações de financiamento à cultura, propor diretrizes para as políticas setoriais, fiscalizar o Plano Municipal de Cultura, entre outras ações.

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O órgão é formado por 28 integrantes, sendo que metade refere-se à sociedade civil e a outra parte ao poder público. Os representantes da Sociedade Civil foram indicados pelos segmentos culturais: Artes Visuais, Dança, Literatura, Música, Teatro, Movimentos Culturais e Associação Coariense de Conscientização Ambiental, Turística, Histórica, Artística e Paisagística (ACCATHAP). Cada categoria é composta por um representante titular e um suplente. Já os sete representantes do Poder Público e seus suplentes foram indicados pelo Prefeito Raimundo Magalhães, conforme dispõe a Lei do Sistema Municipal de Cultura, que distribui os assentos aos quais o Poder Público tem direito, com as seguintes secretarias municipais: Cultura e Turismo, Planejamento, Agroeconomia, Desenvolvimento Social, Educação, Meio Ambiente e Esporte e Lazer.

Para o secretário de Cultura e Turismo, Archipo Góes, com o apoio que o prefeito de Coari, Raimundo Magalhães, está dando à cultura, o sonho de efetivar a Lei do Sistema Municipal de Cultura, que se arrasta há mais de três anos, está perto de virar realidade. Archipo destacou ainda a persistência do cantor e compositor coarienses, José Adalberto da Silva, o Adal, que foi o responsável por dialogar com toda a classe artística da cidade, conscientizando-os da importância da luta pela implantação do CMPC. “Iremos construir juntos este sonho e efetivar esta política que agora é lei, a Lei do Sistema Municipal de Cultura. O nosso próximo passo é efetivar o Sistema Municipal de Financiamento à Cultura (com o Fundo Municipal de Cultura)”, garantiu o secretário.

Falando em nome do prefeito Magalhães, o secretário municipal de educação, Alzaias Alves Martins, iniciou o seu pronunciamento declarando que “já é hora de Coari deixar de ser chamada de ‘terra do já teve’, lembrando que o município é dono de um grande ‘celeiro’ de artistas, seja na música, na dança, nas artes plásticas, na literatura ou em qualquer manifestação artística cultural. Coari já foi palco de grandes manifestações culturais que marcaram época na nossa cultura, como a disputa entre os bois-bumbás Rei Garantido e Corre-Campo”, lembrou Alzaias.

O secretário de educação, também garantiu que o prefeito Magalhães está confiante na atuação do Conselho Municipal de Política Cultural, e que acredita ser um instrumento imprescindível para assegurar a democratização e a valorização da cultura coariense.

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MEMBROS DO CONSELHO MUNICIPAL DE POLÍTICA CULTURAL

REPRESENTANTES DO PODER PÚBLICO

1. SECRETARIA MUNICIPAL DE CULTURA E TURISMO

Titular – Archipo Wilson Cavalcante Góes

Suplente – Daniel de Almeida Alves

2. SECRETARIA MUNICIPAL DE PLANEJAMENTO

Titular – Rômulo José de Oliveira Zurra

Suplente – Rayonilia Amaro da Silva

3. SECRETARIA MUNICIPAL DE AGROECONOMIA

Titular – Suêmia Carvalho do Nascimento

Suplente – Elinês Pinheiro Cordovil

4. SECRETARIA MUNICIPAL DE DESENVOLVIMENTO SOCIAL

Titular – Keila Barreto Ramires

Suplente – Alzinete Garcia Praia da Costa

5. SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO

Titular – Josimar Batalha Mendes

Suplente – Joabe Marins da Cruz

6. SECRETARIA MUNICIPAL DE MEIO AMBIENTE

Titular – Cornélio Braga de Oliveira Filho

Suplente – Maria Socorro Marins de Almeida

7. SECRETARIA MUNICIPAL DE ESPORTE E LAZER

Titular – Fábio Lúcio da Silva Barros

Suplente – Ronyelle Feitosa da Costa

 

REPRESENTANTES DA SOCIEDADE CIVIL

1. SEGMENTO: MÚSICA

Titular – Adenilton dos Santos Barbosa (Gato)

Suplente – Elekerby Torres da Silva

2. SEGMENTO: DANÇAS

Titular – Aldo da Costa Sales

Suplente – José Liberato da Silva

3. SEGMENTO: ARTES VISUAIS

Titular – Paulo César Moura da Silva

Suplente – Adonias Gonçalves Simões

4. SEGMENTO: LITERATURA

Titular – Alex de Almeida Alves

Suplente – Silvanei Santos da Silva

5. SEGMENTO: TEATRO

Titular – Ariana Ketlen Moraes Melara Pereira

Suplente – Elielma Jeane de Jesus Cavalcante

6. SEGMENTO: INSTITUCIONAL/ACCATHAP

Titular – Emerson da Silva Alfaia

Suplente – Cleuzomar Teixeira dos Santos

7. SEGMENTO: MOVIMENTOS CULTURAIS

Titular – José Adalberto da Silva (Adal)

Suplente – Waldomilson Sotero dos Santos

terça-feira, agosto 04, 2015

Nota Oficial do Secretário de Cultura e Turismo de Coari

Depois de uma festa excepcional em comemoração ao 83º Aniversário de Emancipação Política de Coari, na qual se percebeu uma satisfação geral de toda a população, tanto com o resultado do concurso Miss Coari 2015, como com a atração nacional, Léo Magalhães. Ao percorrer os camarotes do Centro Cultural recebi incontáveis elogios, tanto pela organização da festa, como, principalmente, pela transparência do Concurso Miss Coari 2015. 

Contudo, nesta terça-feira, 04, fui surpreendido com a notícia de que um senhor irresponsavelmente fez uma postagem em uma rede social, onde de maneira extremamente insana, afirma que a candidata do concurso Miss Coari 2015, que ficou em 7º lugar no resultado final do concurso que ocorreu no último domingo, dia 02 de agosto, “será a legítima representante do Município de Coari no Miss Amazonas 2016”. E que “por tanto (erro primário de Português, viu gente! Reproduzimos conforme esse senhor escreveu, mas nós sabemos que o correto é portanto), a Miss Coari Oficial será coroada em um evento exclusivo para a imprensa na segunda quinzena de agosto”. 

Informo que o concurso de Miss Coari é realizado há mais de 50 anos pela prefeitura de Coari, estando há 25 anos organizado pela Secretaria Municipal de Cultura. Sendo a mesma sua credenciadora oficial. Portanto, esse senhor não tem qualquer respaldo oficial para coroar uma Miss Coari, pois o mesmo não tem qualquer representatividade relativa ao Município de Coari. E dessa maneira, já estou entrando, através da Procuradoria do Município, com uma medida cautelar prevendo impedi esse ato descabido, e se mesmo assim, esse senhor teimar em realizar quaisquer atividade usando o nome de Coari, pretendo ir até as últimas consequências para levá-lo à cadeia para fazer companhia ao seu antigo chefe, na cavalaria da PM em Manaus.

Achei estranho também que a Candidata que esse senhor caduco pretende colocar no seu concurso desacreditado e sem credibilidade, no camarim do Centro Cultural Carlos Braga ter pedido a palavra e ter feito um belo discurso agradecendo a organização do concurso, afirmando que “nunca havia participado de um concurso tão bem organizado e com tanta transparência”. Essa moça está se rebaixando a uma situação deprimente, pois está foi a segunda vez que ela participou do concurso de Miss Coari e não obteve o resultado que esperava. Será que ela não entendeu que concurso de beleza um dos itens importantes é a simpatia e a empatia com público? Será que ela vai sempre se sentir perseguida. O mundo é como um espelho, devolve para nós o que projetamos.
Numa outra postagem, essa candidata chega a afirmar que houve fraude no concurso. Vou entrar com uma representação contra a mesma por danos morais, pois, ela vai ter que provar se realmente houve qualquer falcatrua no Miss Coari 2015. Pois não admitimos que a pessoa que mais elogiou a forma como o concurso foi conduzido, não ter espírito desportivo, e depois que o resultado ter sido anunciado tenha mudado de ideia tão rapidamente.
E finalizo garantindo que enquanto esse senhor estiver na frente desse concurso, não fazemos questão de comprometer o nome de nossa cidade com esse desabonado concurso.