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sexta-feira, novembro 04, 2011

Vereadores de Coari querem CPI e afastar prefeito


O procurador do município, Ernesto Costa, informou que Arnaldo Mitouso determinou a revogação do contrato e a devolução aos cofres públicos dos valores pagos à empresa, com correção monetária.
[ i ]Parlamentares prometem tomar providências na próxima terça-feira sobre o caso Mitouso. Foto: Nathalie Brasil
Manaus - A Câmara Municipal de Coari (a 363 quilômetros de Manaus) vai pedir o afastamento, por 90 dias, do prefeito do município, Arnaldo Mitouso (PMN), e a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar irregularidades em contratos firmados pela prefeitura, segundo o presidente da Casa, Iran Medeiros (DEM).
O PORTAL D24AM, na edição do dia 30 de outubro, mostrou que a Prefeitura de Coari, através de um decreto do prefeito, contratou sem licitação o escritório jurídico Souza & Sena Associados, que tem entre seus sócios o diretor-presidente do Instituto de Previdência do município (Coariprev), Elissandro de Souza, que recebeu durante um ano R$ 60 mil mensalmente. A contratação aconteceu antes mesmo do escritório possuir o registro junto ao Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ).
O Portal D24AM também informou que a prefeitura contratou a empresa da irmã do secretário de Planejamento, Josinaldo Linhares de Oliveira, para fornecer material de expediente e produtos de limpeza, além da Pegazus Computação, que tem como proprietário o secretário executivo adjunto da Casa Civil, José Pereira da Silva, para fornecer computadores. 
De acordo com o vereador, o assunto vai ser discutido na próxima terça-feira, quando acontece a reunião plenária do parlamento. Segundo ele, a Procuradoria da Casa já está cuidando do assunto e reunindo documentos para a abertura da CPI. “A Câmara não pode ficar omissa, precisamos fazer algo. Vamos investigar tudo”, disse Medeiros.
O procurador do município, Ernesto Costa, informou que Arnaldo Mitouso determinou a revogação do contrato e a devolução aos cofres públicos dos valores pagos à empresa, com correção monetária. Ele afirmou que a prefeitura está revendo todos os contratos para encontrar possíveis irregularidades e que seria “desumano” querer que a administração municipal soubesse de tudo o que acontece. O procurador também disse que, caso haja demora na devolução do dinheiro, o município pode entrar com duas ações contra o escritório jurídico, uma para reaver os valores e outra por improbidade administrativa.  
Ernesto Costa disse que “acredita” que parte do valor já foi devolvida pelo escritório jurídico, mas ao ser questionado sobre quanto e quando a devolução foi feita e se possuía os comprovantes, ele disse que precisaria de um tempo para conseguir as informações.

Fonte: d24am.com

quinta-feira, novembro 03, 2011

Acesso à Série A do Campeonato Amazonense vai ao tapetão


Iranduba reivindica vaga do Grêmio Coariense em jogo de interesses.
Manaus - A 87 dias da bola rolar no Campeonato Amazonense de 2012, a competição dá sinais de que não merece a credibilidade dos poucos torcedores que ainda prestigiam o regional. É que as regras do jogo ou não estão sendo cumpridas ou são interpretadas conforme a conveniência. As duas vagas de acesso à Série A, conquistadas por Grêmio Coariense e CDC-Manicoré, campeão e vice da Série B, respectivamente, estão sendo reivindicadas no tapetão.
A Federação Amazonense de Futebol (FAF) se mostra favorável ao acesso do Iranduba Amazônia à primeira divisão do Estadual. Ontem, o diretor de futebol da FAF, Ivan Guimarães, reforçou denúncia do Verdão. O clube alega que o Grêmio escalou o jogador Felipe Carioca de forma irregular durante toda a Série B.
O dirigente assegurou que o Tricolor de Coari não registrou a transferência do atleta, que veio do futebol carioca. O Tribunal de Justiça Desportiva do Amazonas (TJD-AM) ainda julgará o mérito para definir se houve a infração enfatizada pelo diretor da FAF.
Outra aparente manobra de beneficiamento ao Iranduba foi a punição imposta pelo TJD-AM ao CDC-Manicoré e ao Tarumã. Ambos receberam multa de R$ 8 mil por não pagarem as taxas de arbitragem. O prazo para quitar a dívida expirou ontem e ambos estão impedidos de disputar competições. O Holanda e o Verdão também disputaram a divisão de acesso e não pagaram as taxas do segundo turno da competição (quatro jogos), mas sequer foram denunciados à Justiça Desportiva do Amazonas.
O diretor de futebol do Grêmio Coariense, Mazinho Bezerra, admite que os fatos deixam clara a impressão de beneficiamento do adversário, mas evita comentar o assunto. “Acredito que tudo isso seja para tentar manchar a conquista do nosso time. Por ser dirigente, prefiro ficar calado e esperar que a Justiça desminta todas as acusações”, ponderou Mazinho.
O dirigente citou outras ligações do jogo de interesses. O filho do diretor-técnico da FAF, o atacante Ivan Guimarães Júnior, o  Juninho, disputou a segunda divisão pela equipe do Iranduba Amazônia. Outro filho do dirigente, Geraldo Guimarães, trabalhou como supervisor de futebol na agremiação. Ambos estavam no Nacional no primeiro semestre.
“Eu acho legal o pai querer o melhor para os filhos. Mas é imoral”, ressaltou. Ivan Guimarães não retornou as ligações para seu celular a fim de comentar o fato. O julgamento no TJD-AM será nesta quinta-feira.
Fonte: www.d24am.com

segunda-feira, outubro 31, 2011

Quadrilha de ‘Piratas do Solimões’ é presa em Coari (AM)

EVELYN SOUZA E THIAGO MONTEIRO


Na madrugada de sábado (29) e na tarde deste domingo (30), policiais da Delegacia Civil do Município de Coari (localizado a 450 quilômetros de Manaus), prenderam 12 homens e um menor, pertencentes a uma quadrilha que assaltava barcos no Rio Solimões.

Leudimar Serrão Correia, de 20 anos, Raidimar Serrão Correia de 22 anos, Ediomar de Souza Oliveira - o “Diroso”, de 18 anos, Silas Peres da Silva - o “Hulgue”, de 20 anos, Ageu Peres de Araújo, de 25 anos, Elis Tavares - o “Caçula”, de 21 anos, Claudio Barroso - o “Professor”, de 32 anos, Eudesmar Serrão Campos - o “Macaco”, de 18 anos, Francisco Alcimar Pereira da Silva - o “Lobisomem”, de 51 anos, Francisco Pereira da Silva, mais conhecido como “Chico Boi”, de 39 anos, Raimundo Campos Bispo - o “Pinduca” de 23 anos, José Barros de Melo - o “Zezinho”, de 41 anos e um menor de 17 anos, foram presos em duas embarcações (onde eles esperavam para fazer as abordagens no rio) nas comunidades do Laranjal, Ipixuna e Boca das Onças em Coari.

Com eles foram apreendidos um revolver calibre 38, duas espingardas, duas pistolas sendo uma de 9 mm e a outra de 380 mm.

A abordagem foi uma operação conjunta do COE (Comando de Operações Especiais), Batalhão de Choque e 3º Batalhão da Polícia Militar de Tefé.

Todos os elementos foram indiciados por porte ilegal de arma de fogo, formação de quadrilha, roubo qualificado e estão detidos na 10º Delegacia Regional de Coari

Os assaltantes presos apontam como sendo o líder da quadrilha, um homem com apelido de Zé da Boia, que está foragido.

De acordo com o Major da Polícia Militar, Airton Norte, a quadrilha assaltava narcotraficantes colombianos, matava os mesmos e revendia a droga roubada. Na ocasião eles confirmaram o roubo de 120 kg de cocaína.

Empresa de secretário adjunto tem contrato com a Prefeitura de Coari, no Amazonas

Documentos mostram que José Pereira da Silva vendeu produtos de informática ao município.
   Mitouso foi derrotado nas eleições de 2008 e venceu a eleição suplementar em 2009.

Manaus - A Prefeitura de Coari fechou negócio com a empresa do secretário adjunto da Casa Civil, José Pereira da Silva, para aquisição de suplementos de informática. A firma atua sob o nome fantasia de Pegazus Computação mas, é batizada com o nome do dono e secretário - ‘J. Pereira Silva’.

Esse tipo de irregularidade não é uma ação isolada na gestão de Mitouso. No domingo, o Portal D24AM revelou que a Administração Municipal compra materiais de expediente da empresa da irmã do secretário municipal de Planejamento de Coari, Josinaldo Linhares de Oliveira, a empresária Josenira Linhares de Oliveira. Em outro caso de favorecimento de aliado, Mitouso contratou um escritório de advocacia cujo sócio é o presidente do Instituto Municipal de Previdência de Coari (Coariprev), Elissandro Portela.

José Pereira da Silva foi nomeado para secretário adjunto da Casa Civil em 10 de agosto do ano passado, por meio de decreto assinado pelo prefeito Arnaldo Mitouso. Mas, desde o dia 19 de outubro de 2009, ele já pertence ao alto escalão da gestão de Mitouso, quando foi nomeado secretário adjunto de Administração pelo então prefeito em exercício, José Railson de Oliveira Torres.

A reportagem do Portal D24AM teve acesso a três recibos de compras feitas entre a Pegazuz Computação e o município de Coari, com datas de abril e maio de 2010. As três notas de empenho somam o pagamento de R$ 6.887,00. Na Nota Fiscal 0217, a Prefeitura de Coari paga R$ 1.687,00 à Pegazus Computação por diversos itens de informática. Na terceira, NF 0220, destina R$ 4.500,00 para a aquisição de três computadores.

As duas notas trazem carimbos e assinaturas de recebimento do material por outros secretários municipais. Uma das entregas foi atestada pelo secretário de Saúde, Miguel de Moura Ribeiro, outra  traz a assinatura do secretário de Economia e Finanças, Aldemir Almeida Mitouso, irmão do prefeito.

Há uma semana a reportagem do Portal D24AM tenta ouvir a Prefeitura, mas ninguém se dispõe a falar. Uma assessora do prefeito pediu que a reportagem ligasse a um telefone que seria do procurador-geral do município, mas ninguém atendeu.

 Fonte: d24am.com

segunda-feira, outubro 24, 2011

Produção de gás e petróleo abre fronteira de riquezas no AM


Os investimentos bilionários não foram traduzidos na redução direta do preço para o consumidor na tarifa de energia e nas bombas dos postos de gasolina.
Produção de óleo e gás na região vira exemplo de sustentabilidade

Manaus - Produzir petróleo e gás na Amazônia sem causar danos ambientais foi o desafio da Petrobras colocado em prática há 25 anos, com a descoberta da Província de Urucu, em Coari, na Bacia do Solimões. Ao longo desse período, a estatal investiu US$ 8,7 bilhões e estimulou a criação de uma nova matriz energética limpa e segura para Manaus e seis municípios, em fase de implantação.

Os investimentos bilionários não foram traduzidos na redução direta do preço para o consumidor na tarifa de energia e nas bombas dos postos de gasolina, com a alta carga tributária sobre os derivados. Serviram para criar milhares de empregos, abastecer os cofres públicos com R$ 1,2 bilhão em tributos pagos somente em 2010 e desenvolver soluções para implantar uma indústria no meio da selva com todos os riscos inerentes à atividade exploratória.
“Se decidir interromper a produção de um poço, eu tenho como explicar para a Petrobras, mas em caso de um acidente com danos ao meio ambiente, seria difícil justificar”, explica o gerente João Roberto Rodrigues, que comanda a Base de Operações Geólogo Pedro de Moura, o nome oficial do complexo do Polo Arara, em Urucu.
A saga da estatal na busca de petróleo e gás e escala comercial na Amazônia foi concretizada em outubro de 1986, no poço RUC-1, a cerca de 15 quilômetros do Rio Urucu. Pela primeira vez na Amazônia uma acumulação de óleo e gás em escala comercial foi explorada, deixando para o passado a frustração de Nova Olinda, quando, em 1955, um poço na margem do Rio Madeira jorrou óleo. Naquela ocasião, o então presidente Juscelino Kubitschek foi ao município e até o jornal ‘The New York Times’ noticiou o fato.
Dois anos após comprovada a viabilidade comercial, a Petrobras  montou uma estrutura para escoar o óleo, enquanto reinjetava o gás, sem ter como escoá-lo. Construiu o gasoduto Coari-Manaus orçado inicialmente em R$ 1,2 bilhão, que foi concluído por R$ 4,5 bilhões.
Atualmente, a companhia possui uma estrutura com capacidade de produzir, em média, 52,9 mil barris de óleo por dia. São produzidos outros  11,7 milhões de metros cúbicos (m³) por dia de gás natural, dos quais apenas 3 milhões de m³ são escoados para abastecer as usinas de Manaus, por falta de demanda e não de capacidade, informa o gerente-geral da Unidade de Negócios da Petrobras no Amazonas, Luiz Ferradans. O contrato de 20 anos firmado com a Companhia de Gás do Amazonas (Cigas) é de 5,5 milhões de m³/dia, mas só três usinas locais estão utilizando o novo combustível.
Bacia do Solimões - Complexo de produção se estende por 70 poços
O campo de Urucu possui aproximadamente 70 poços em operação, que tornam o Amazonas o terceiro maior produtor de óleo e gás associado.
Para escoar a produção do meio da selva, a Petrobras construiu uma rede de dutos que ligam os poços até a área de processamento do Polo Arara. De Urucu seguem por três dutos, até o Terminal do Solimões, um complexo situado a 16 quilômetros da sede do município de Coari. Um duto para escoar o óleo, outro para o gás liquefeito de petróleo (GLP), o gás de cozinha, e outro para o gás natural, que abastece parte das usinas do parque térmico de Manaus, com a substituição do caro e poluente óleo e reduziram as emissões de gases na atmosfera.
Do terminal, o GLP é embarcado em navios butaneiros, assim como o óleo nos petroleiros e vão para a Refinaria Isaac Sabbá (Reman). O gás natural prossegue até Manaus pelo gasoduto por mais 383 quilômetros, cortando outros seis municípios no trajeto.
Novas áreas visam ampliar reservas
A empresa possui oito concessões no Estado em fase de exploração, com um total de 722 poços perfurados. Para tocar os planos, devem ser investidos US$ 3,4 bilhões até 2015. As atividades se concentram na Bacia do Solimões, com cinco concessões, e na Bacia do Amazonas, a leste de Manaus, onde detém três campos, entre eles Japiim e Azulão, em Silves, com reservas comerciais de gás.
Nessa área, a empresa poderá fornecer o gás para usinas locais, pois ainda não há plano de construir um gasoduto, como o de Aracanda-Juruá-Urucu, que obteve o licenciamento ambiental. De acordo com o gerente-geral Luiz Ferradans, a construção prevista para ser concluída em 2013 terá 140 quilômetros. A obra vai escoar o gás do campo de Juruá, descoberto em 1978, em Carauari.
A empresa também faz levantamento sísmico em Itapiranga desde julho para descobrir novas reservas. Atualmente, há uma equipe de cerca de 2 mil pessoas nessa área. “Os investimentos são sempre necessários para dar longevidade aos processos de produção”, explica.
Outra aposta é no poço Igarapé Chibata 1, em Tefé, a 15 quilômetros de Urucu, com vazão em fase de testes acima da média dos demais poços daquela região.


Fonte: d24am.com

domingo, outubro 23, 2011

Grêmio Coariense vence CDC Manicoré no primeiro jogo da final

Jardel Pereira

Na primeira partida da grande final do Campeonato Amazonense da Segunda Divisão de 2011, o Grêmio Coariense venceu o CDC Manicoré pelo placar de 1 a 0. O jogo foi realizado no Estádio Francisco Garcia, em Rio Preto da Eva/AM. Com a vitória, o Grêmio Coariense jogará pelo empate no duelo de volta.

O único gol da partida foi marcado por Almir, aos 43 minutos do primeiro tempo. Já na segunda etapa, o CDC Manicoré foi em busca do empate, mas não conseguiu. Já no final do jogo o Grêmio Coariense ainda ficou com um jogador a menos, após expulsão de Dan, mesmo assim, o CDC Manicoré não conseguiu empatar.

A partida de volta acontece no próximo sábado, às 16h30 (de Brasília), no Estádio Bacurauzão, em Manicoré/AM. As duas equipes chegaram à final por terem conquistados os turnos da competição, o CDC Manicoré levou o primeiro, enquanto o Grêmio Coariense foi campeão do segundo. Ambos já estão na elite amazonense do próximo ano.


Fonte: www.futnet.com.br

Vendaval derruba árvores no interior de Coarí (AM)



Um forte vendaval atingiu o interior do município de Coarí, no centro do Amazonas, na madrugada deste domingo (23) provocando estragos. Segundo informações locais, o vento forte derrubou árvores em algumas comunidades ribeirinhas de Coarí e casas foram destelhadas pela ventania que veio seguida de chuva forte e muitos raios. No município existe uma estação meteorológica automática do INMET (Instituto Nacional de Meteorologia), que aferiu entre 0 e 1 hora (horário local), rajada máxima de vento de 68,4 km/h e precipitação de 12,4 mm. 

(Fonte: De olho no tempo - Meteorologia) 

Portos em situação irregular


Segundo Capitania dos Portos, apenas os de Coari e Novo Airão funcionam com plenas condições técnicas e de segurança




MILTON DE OLIVEIRA
Porto de Manaus (EUZIVALDO QUEIROZ/ACRÍTICA )
 
O cais das Torres e o cais do Roadway, terminais fluviais do Porto de Manaus, não têm segurança para atracação de embarcações. A informação é do capitão dos portos, Odilon Leite de Andrade. Isso por que os terminais precisam de manutenções corretivas para operar com segurança, segundo ele.
“Esses terminais são de embarcações. Então, estão sujeitos às normas de autoridade marítima. Portanto, há uma série de serviços emergenciais que necessitam ser feitos, para que ele entre em um processo de regularização”, disse. Os serviços emergenciais são em relação aos flutuadores, às vigas que suportam o peso de toda a estrutura, às amarras, guinchos, sistemas de ancoragem, que garantem a segurança das cargas e, consequentemente, das pessoas.
O diretor do Porto de Manaus, Alessandro Bronze, afirmou, por meio de assessoria, que os dois terminais têm a segurança atestada por quatro laudos de engenheiros navais. “Nunca tivemos nenhum acidente nas estruturas flutuantes. O Porto tem 100 anos e só começou a receber manutenção quando assumimos em 2001. Todos os navios que atracam aqui atestam formalmente a excelência do serviço prestado”, disse. Bronze também afirmou que as arrendatárias Estação Hidroviária do Amazonas e a Empresa de Revitalização do Porto de Manaus investiram R$ 10 milhões somente em manutenção no período entre os anos 2001 e 2011.
Odilon Leite reconheceu que alguns portos estão passando por transições, mas ainda não são suficientes para serem considerados seguros. “Já nos reunimos com várias instituições e órgãos que têm competências específicas sobre a colocação dos portos no interior, e, o porto de Parintins (a 325 quilômetros), por exemplo, está operando com permissão da autoridade marítima, mas com certas restrições. Ele só pode receber 2,5 mil toneladas de porte bruto, ou seja, o somatório de todas as embarcações que atracam lá, não pode superar esse valor”, explicou. Ainda segundo ele, vários portos no Amazonas cumprem as exigências regulares, mas, para a atracação de navios grandes “ainda necessitam de uma série de serviços”.
Únicos
Sobre os portos em municípios do interior, o capitão disse que somente o de Coari (a 370 quilômetros) e o de Novo Airão (a 115 quilômetros de Manaus), que é, segundo ele, de responsabilidade do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), estão seguros e foram construídos dentro das orientações e especificações da Marinha.

Fonte: ACrítica

sábado, outubro 22, 2011

Câmara Municipal de Coari quer saída de prefeito Arnaldo Mitouso

Vereadores foram ao Ministério Público do Amazonas pedir uma ação pelo afastamento de Arnaldo Mitouso.
  Para o prefeito, o pedido de afastamento mostra que o presidente da Casa, Iran Medeiros, “quer virar prefeito na marra”.

Manaus - A Câmara Municipal de Coari solicitou, nesta sexta-feira (21), que o Ministério Público do Estado (MP-AM) peça na Justiça o afastamento do prefeito do município, Arnaldo Mitouso (PMN). Segundo o presidente da Câmara, vereador Iran Medeiros (DEM), a ação é motivada pelos seguidos atrasos no pagamento do repasse da Casa. A medida revela um ‘racha’ entre a Câmara e o prefeito.

“A Prefeitura não tem data certa para fazer os pagamentos. Só faz por força judicial”, disse. A Câmara de Coari tem direito a 7% do orçamento do município. O repasse do duodécimo de setembro, no valor de R$ 534 mil, conforme Medeiros, ainda não foi efetuado.

Segundo o procurador da Câmara, Elton Rodrigues, os atrasos ficaram mais frequentes quando os vereadores passaram a criticar o prefeito.

Arnaldo Mitouso define a ação da Câmara como infundada, pois, segundo ele, o pagamento foi feito no último dia 20. Mas Mitouso diz que os vereadores ainda não receberam o dinheiro “devido a um problema no banco”.

Para o prefeito, o pedido de afastamento mostra que o presidente da Casa, Iran Medeiros, “quer virar prefeito na marra”.

Fonte:  d24am.com

quarta-feira, outubro 19, 2011

Aeroporto de Coari corre risco de nova interdição pela ANAC

A Prefeitura de Coari, município a 363 quilômetros de Manaus, tem até sexta-feira (21) para encaminhar o projeto de adequação do aeródromo do município às exigências da resolução 115 da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Caso o relatório não seja enviado a tempo, o aeroporto deve ser mais uma vez fechado.

O prefeito do município, Arnaldo Mitouso, esteve ontem em Manaus para apresentar os resultados parciais de adequação do município em conformidade com a resolução de segurança da Anac.

Os representantes do órgão ouviram as explicações do prefeito, mas isso ainda não garante que o aeroporto continue em funcionamento.

Segundo Mitouso, a prefeitura já realizou algumas melhorias, como a limpeza do entorno da área e colocação de novo asfalto em parte da pista rachada. Porém, essas medidas ainda não contemplam as principais exigências da Anac.

“A possibilidade (do aeroporto ser fechado) existe, mas não sei dizer se o que estamos fazendo é suficiente para que ele não seja interditado de novo”, analisou o prefeito.

Fonte: Em Tempo

sábado, outubro 15, 2011

Grêmio de Coari é o campeão do 2º turno da série B do Amazonense


Na última rodada do campeonato Amazonense pela série B, o Grêmio Coariense derrotou o time do Holanda-AM no estádio Francisco Garcia, em Rio Preto da Eva (a 80 quilômetros de Manaus), por 3 a 1, e levou o título do segundo do turno e a classificação para o estadual de 2012.

Precisando da vitória para sonhar com a classificação, o time de Coari entrou em campo com a responsabilidade de vencer e esperar por um tropeço do Iranduba que dependia apenas de um empate contra o já classificado CDC de Manicoré.

Os dois jogos foram realizados no mesmo horário. Um no estádio do Bacurauzão em Manicoré e o outro em Rio Preto da Eva.

O Grêmio saiu na frente, aos 20 minutos, com chute de fora da área do lateral direito Franco Rocha. O atacante Serginho camisa 9 do Holanda-AM empatou o jogo aos 34 minutos. Preocupado com a classificação o Grêmio continuou no ataque, e ampliou o placar aos 37 minutos através do lateral esquerdo Felipe Carioca ampliando o placar para 3 a 0. Antes da partida encerrar, Almir camisa 15 fechou o placar em 4 a 0. Ele marcou o gol do título que garantiu a classificação para o estadual de 2012.
O título do Grêmio foi conquistado pelo saldo de gols superior ao time do Iranduba derrotado em Manicoré por 1 a 0. Juntos eles somavam o mesmo número de pontos na competição.
A primeira partida da final será realizada no próximo sábado dia 22 outubro, em local ainda não definido pela Federação Amazonense de Futebol (FAF). O segundo jogo será realizado no dia 29 no estádio do Bacurauzão ( a 333 quilômetros de Manaus) em Manicoré.

terça-feira, outubro 11, 2011

Polícia evita suposto atentado ao Prefeito de Coari

Polícia evita suposto atentado ao prefeito de Coari

Os policiais militares  destacados pela Secretaria de Segurança do Estado para fazer escolta ao prefeito de Coari, Arnado Mitouso,  efetuaram na tarde desta segunda-feira a prisão de Zenilton Cruz, 44 anos,  que portava arma de fogo no aeroporto do município.  Os policiais acharam estranho o comportamento do indivíduo que chegou em  aeroporto logo depois do prefeito e resolveram fazer uma revista.  Encontraram em seu poder arma de grosso calibre  



Zenilton Cruz, 44 anos é  segurança do ex-secretário de administração, Evandro Morais, afastado de suas funções por irregularidades.  No início de agosto deste ano, quando Arnaldo Mitouso sofreu atentado a bala, o secretário que passava por auditoria administrativa, chegou a denunciar que estaria sofrendo ameaças por parte de Mitouso, através de uma mensagem de celular.


“O guerreiro está ferido, mas não está morto”, esse era o teor da mensagem que Morais considerou ameaçadora. Na época, Mitouso explicou que essa mensagem foi enviada aleatoriamente para dezenas de celulares de Coari para informar às pessoas de que estava fora de perigo. “Não quero lançar suspeitas contra ninguém, mas é no mínimo esquisito que onde eu estou chega esse pessoal com um monte de capangas armados. Tenho que me acautelar porque já sofri um atentado”, comentou Mitouso.