by (João do Vale/Libório)
Seu moço eu venho de longe
Não sei onde vou chegar
Não tenho medo de seguir
Mas tenho medo de voltar
Plantar, plantar porque homem sou
Plantar, colher para quem não plantou
Amar, amar quem nunca me amou
Ser mais escravo do que hoje sou
Quando a ida não é boa
A volta não pode prestar
Não tenho medo de seguir
Mas tenho medo de voltar
Acreditar no que eu acreditei
E trabalhar para quem trabalhei
Amar, amar quem eu já amei
Passar caminho que eu já passei
Até Aqui
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Embora minhas memórias para o cotidiano tenha ficado mais falhas ao longo
dos anos, as únicas lembranças que posso descrever em detalhes são as que
eu go...
Há uma semana

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