by (João do Vale/Libório)
Seu moço eu venho de longe
Não sei onde vou chegar
Não tenho medo de seguir
Mas tenho medo de voltar
Plantar, plantar porque homem sou
Plantar, colher para quem não plantou
Amar, amar quem nunca me amou
Ser mais escravo do que hoje sou
Quando a ida não é boa
A volta não pode prestar
Não tenho medo de seguir
Mas tenho medo de voltar
Acreditar no que eu acreditei
E trabalhar para quem trabalhei
Amar, amar quem eu já amei
Passar caminho que eu já passei
É Tempo de Desencontros
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É curioso como algumas relações não se perdem por falta de sentimento, mas
por excesso de silêncio. Me pergunto se você que está lendo esse texto já
obse...
Há 3 dias

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