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quarta-feira, dezembro 02, 2009

Negada liberdade a Adail

Pela terceira vez pedido de relaxamento de prisão de Adail Pinheiro é negado


Aristide Furtado
Especial para A CRÍTICA


A Justiça negou, pela terceira vez,  o  pedido de liberdade de Adail Pinheiro. A juíza de Coari Sheila Jordana decidiu que o ex-prefeito e os ex-secretários municipais  Adriano Salan e Maria Lândia dos Santos devem ficar presos até o julgamento da ação penal que avalia a suposta prática de pedofilia e exploração sexual de crianças e jovens.

A decisão foi emitida na sexta-feira (27). Mas só ontem  circulou no cartório da Segunda Vara de Coari. No último dia 21, o promotor de Justiça, Alessandro Gouveia,  se posicionou contra o pedido de liberação dos três acusados. O Tribunal de Justiça do Amazonas e o Superior Tribunal de Justiça já rejeitaram pedidos semelhantes. 

Mandado de prisão

 
Foram incluídos na mesma ação penal, de acordo com a decisão da magistrada, o marido de Lândia, Eudes Azevedo, e o ex-assessor de Adail, conhecido por Canarana. Sheila Jordana também expediu mandado de prisão contra Canarana. Segundo o Ministério Público, ele estaria intimidando uma das supostas vítimas do ex-prefeito.

Eudes e Canarana serão  citados para apresentar defesa prévia. Fontes de Coari dão conta de que o ex-assessor de Adail fugiu  para Tefé. O MP, com base em investigações feita pela Polícia Federal,  acusa Canarana de ter  sequestrado uma menina de doze anos, em novembro de 2008. Conduzido  ela para Manaus em um avião fretado pela Prefeitura de Coari para se encontrar com Adail. Na capital,  a garota foi entregue a Eudes e Maria Lândia que a levaram para a representação do município e depois para um hotel.

A Secretaria Estadual de Justiça (Sejus) fez a transferência de Adriano Salan, no final da tarde de ontem,  do hospital de custódia, anexo da cadeia Raimundo Vidal Pessoa, no centro de Manaus, para o Instituto Penal Antônio Trindade (Ipat), Zona Leste. A informação foi dada pelo secretário adjunto de Justiça, coronel Bernardo Encarnação Salgado. Salan foi transferido porque a  direção do hospital de custódia informou à juíza Sheila Jordana  que não havia mais necessidade mantê-lo na unidade.

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