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terça-feira, outubro 20, 2009

Cuidados com a bateria do notebook



A vida útil destas baterias, varia de 500 a 800 ciclos completos de carga e descarga, e é aí que devemos nos precaver para que elas realmente cheguem até lá.

Células de ion de lítio quando expostas ao calor se deterioram, por isso evite deixar seu notebook em lugares quentes. Neste mesmo caso, elas podem vazar, ou até explodir. Por isso, não use o mesmo em cima da cama, ou em superfícies que tampem sua ventilação, é perigo na certa.

Nada de usar o aparelho no colo também. Neste caso, além de tampar a ventilação provocando super aquecimento, expor esta parte do corpo freqüentemente ao calor gerado pelo notebook, causa diminuição na produção de espermatozóides. É, o mal uso do notebook pode te deixar estéril.

Sabendo que a bateria não vicia, já temos a chave para a melhor forma de utilizar o aparelho: plugado na tomada, sempre que houver uma por perto. Desta forma você guarda a carga da bateria para quando realmente precisar dela.

Se você é do tipo prevenido, que leva mais de uma bateria na bolsa e alterna entre elas quando precisa, lembre-se de nunca usá-las até que se descarreguem completamente, e depois guardar de novo. Fazendo isso, você corre o risco de nunca mais conseguir carregá-la, já que as células oxidam muito rapidamente quando estão sem carga. É aconselhável que a bateria seja retirada ainda com carga (mesmo que mínima), e que ela seja recarregada não muito tempo depois disso.

As baterias de notebook são compostas por 3 a 9 células independentes, e um circuito que monitora a carga das mesmas. Esta monitoração é feita em cima do conjunto todo, logo, se as células estiverem fora de balanço, ou uma delas apresentar algum defeito, o fornecimento de energia pode ser interrompido em pouco tempo de uso. Este pode ser o grande vilão em alguns casos onde a duração da bateria cai drasticamente.

Em alguns casos, a solução pode ser fazer um calibramento de bateria. Isto nada mais é do que fazer um ciclo completo de carga e descarga, em conjunto com algum software do fabricante, para que o sistema passe a enxergar corretamente a carga contida nas células.

[Veja as melhores ofertas de Baterias de Notebook] Update: Outra coisa que danifica as celulas das baterias de Li-ion, são quedas e batidas. Não achei interessante colocar isso antes, pois afinal, derrubando um notebook no chão, a última coisa que nos preocupa é a bateria. Em todo caso, vale lembrar que no caso de celulares isto é um problema constante, e por isso merece um pouco de atenção.

Atualmente, vários celulares estão sendo fabricados com baterias de Lithium-ion Polymer. Esta bateria possui basicamente as mesmas propriedades das baterias de notebooks, mas com o diferencial de possuírem um custo mais baixo de produção. Elas também são mais resistentes a danos causados por quedas e batidas, o que não lhes dá 100% de imunidade.

Alguns aparelhos ainda usam as baterias de Li-ion comuns, que são mais sensíveis a queda. Sendo assim, se você já deixou o celular cair várias vezes, ou expõe ele ao calor com freqüência, deve ter observado alguma mudança na duração da carga.

Em todos os casos, não é aconselhável que se toque os contatos da bateria, isto pode danificar a mesma. Na hora da limpeza, fuja de produtos de limpeza. O ideal é usar apenas um pano seco.

domingo, outubro 18, 2009

Usuário Ubuntu de primeira viagem - Parte II

Na semana passada, você conferiu as dificuldades que nossas cobaias enfrentaram ao usar o Linux pela primeira vez.

O Rafael não conseguiu se entender com a instalação de alguns plugins. O Flash foi um problema em particular. Já para a Letícia, o problema maior foi rede sem fios e MSN.

Para ajudar nossas cobaias – e também todo mundo que se depara com o Linux e com essas dificuldades pela primeira vez, fomos buscar ajuda de um especialista. Aí, com quem entende, a coisa ficou mais fácil. A solução para o Flash ficou assim:

“Havia várias aplicativos para resolver o problema do Flash que ele queria instalar. Ele instalou vários aplicativos, mas na realidade ele precisava instalar um só. E o sistema operacional deveria instalar os requisitos para aquela aplicação”, esclarece o analista de sistemas, Marcelo Leal.

A dica é a seguinte: ao instalar um novo plugin, desinstale primeiro o anterior para evitar qualquer risco de conflito. Na verdade, o sistema operacional bem que poderia acusar este problema, algo que não aconteceu.

Já o comunicador instantâneo... aqui, o problema foi o excesso de opções. A Leticia escolheu um aplicativo que não é o melhor entre os oferecidos.

“Ela tentou instalar o ‘aMsn’, mas junto com o próprio Ubuntu já vem uma aplicação que fala vários protocolos, já fala o MSN da Microsoft.Eu instalei com ela, coloquei a configuração, é bastante simples, e funcionou”, conta o especialista.

Mas, aí, você pode se perguntar: tá bom, então eu vou ter de chamar um especialista sempre que tiver que resolver um problema no Linux? As novas versões da plataforma não estão mais amigáveis, como o pessoal da comunidade não se cansa de repetir? Na verdade, pense um pouco.

Quando você tem uma dúvida com relação ao Windows, você pergunta ao seu vizinho, amigo ou colega porque a grande maioria das pessoas usa essa mesma plataforma. Aliás, alguém que utilizar o Windows pela primeira vez também deverá enfrentar problemas parecidos com os das nossas cobaias! Portanto, procure ajuda de alguém que também utiliza a plataforma. Afinal, tudo é uma questão de experimentação. Existem vários forums para que você possa tirar suas dúvidas, e o pessoal da comunidade Linux costuma ser bem solícito e amigável.

Se você quiser saber os endereços desses sites de ajuda, acesse os links no início da matéria. Ah, e o Marcelo também disponibilizou o blog e o email dele caso você queira trocar uma ideia com relação ao sistema operacional Linux. Acesse já!

Links desta matéria:
Blog do Marcelo Leal (Putz Blog em Inglês)
Ubuntu Forum

Usuário Ubuntu de primeira viagem - Olhar Digital

Veja como foi a experiência de dois usuários que nunca mexeram com a plataforma Linux

Um dos principais problemas quando se experimenta um sistema operacional diferente daquele a que estamos acostumados é a configuração inicial: deixar o micro um pouco mais com a sua cara. Quem estava acostumado ao Windows e migrou para o MAC – ou vice-versa – sabe do que se trata. E, na nossa experiência com o Linux não foi diferente.

Escolhemos a versão do Linux chamada Ubuntu. E ela foi escolhida simplesmente porque é a mais popular. Nossas duas cobaias nunca haviam usado o sistema operacional: estão habituados ao ambiente Windows. Mas, como o Linux realmente vem se tornando mais próximo dos usuários comuns, a instalação não foi um problema.

“É todo em português, você pode escolher o seu idioma. E aí não requer muitos conhecimentos, ele dá os detalhes do tipo de instalação que você precisa e não tem nenhum problema”, conta o estudante Rafael Oliveira.

Mas, a lua de mel acabou aí. A Letícia, por exemplo, enfrentou problema com a rede sem fios. Esse, aliás, uma dificuldade recorrente para quem está começando no mundo Linux.
“Ele não reconheceu de cara a rede sem fio, não abria. Até que foi simples para descobrir a rede sem fio, para aparecerem as opções. No caso da rede da minha casa, ela reconheceu, conectou, mas não abria nenhum tipo de site. É como se não estivesse conectado. Aí eu fui em outro computador, pesquisei em fóruns, no Google, e vi que o problema era recorrente para algumas pessoas, principalmente com o provedor que eu estava usando”, explica a estudante Leticia Martines.
 
Um dos problemas que mais incomodou o Rafael foi a instalação de plugins comuns. O Flash, por exemplo. Sem ele, não dá para ver vídeos online na maior parte dos sites. E, esse, é um problema para o qual ele não encontrou solução total.
 
“Eu instalei um plug-in que vem no próprio sistema operacional, e até aparece o vídeo, mas não aparece o som - e eu quero o som também”, afirma o estudante.
 
Para quem já está acostumado com o ambiente Linux, essas dificuldades podem até parecer coisas simples. Mas, para a maioria dos usuários, que ainda não explorou esse tipo de sistema, são grandes obstáculos. Na semana que vem, buscamos ajuda para nossas cobaias. E você vai ver como vencer essas barreiras iniciais. Fique ligado.